Uma das celebrações da Semana Santa mais antigas e solenes da Península Ibérica. Desde o século XVI, Braga transforma-se num palco de fé, arte e tradição.
A Semana Santa de Braga é considerada uma das mais antigas e importantes celebrações da Semana Santa em Portugal e em toda a Península Ibérica. As suas raízes remontam ao século XVI, quando o Arcebispo D. Diogo de Sousa iniciou um processo de renovação religiosa e urbana que transformou Braga numa cidade de fé e arte barroca.
Hoje, as celebrações reúnem milhares de participantes em procissões fraternais que percorrem o centro histórico, acompanhadas pelo som dos tambores e pela luz tremeluzente de milhares de velas. É uma experiência que comove até os visitantes mais laicos.
XVI
Século
50k+
Participantes
7
Dias
45 min
de Gerês
Cada procissão tem o seu carácter, história e percurso. Aqui estão os destaques que não deve perder.
Abre a Semana Santa com uma imponente procissão que comemora a entrada de Cristo em Jerusalém. Apresenta carros alegóricos elaborados e centenas de participantes.
Uma das procissões mais teatrais, recriando a Última Ceia com extraordinária atenção ao pormenor. Uma experiência profundamente evocativa.
A mais solene de todas as procissões, realizada à noite com tochas e tambores. O silêncio que acompanha a passagem do cortejo é profundamente comovente.
Encerra o ciclo com alegria e música, celebrando a ressurreição de Cristo. Um contraste marcante com a solenidade da Sexta-Feira Santa.
As principais procissões atraem multidões. Chegue pelo menos 1 a 2 horas antes para garantir um bom lugar ao longo do percurso.
São eventos religiosos. Vista-se de forma modesta e mantenha o silêncio enquanto as procissões passam.
Braga enche rapidamente durante a Semana Santa. Reserve o seu alojamento com bastante antecedência — considere ficar perto do Gerês para um refúgio mais tranquilo.
Entre procissões, visite a Sé de Braga, o santuário do Bom Jesus do Monte e o centro histórico.
A apenas 45 minutos de Braga, a Casa de Louredo é a base perfeita para vivenciar a Semana Santa e depois retirar-se para a paz e a natureza do Parque Nacional Peneda-Gerês.